sábado, 28 de setembro de 2013

Novena de Santa Terezinha do Menino Jesus - Sétimo dia


Oração Inicial para todos os dias

Ó Deus de majestade infinita, que sois o próprio amor, Vós que quisestes ostentar os tesouros inefáveis de vosso amor misericordioso na angélica alma de Santa Terezinha do Menino Jesus, dignai-vos lançar sobre nós um olhar de misericórdia e conceder-nos as graças que pela intercessão de vossa fiel serva vos pedimos.
Ó Maria, Mãe Imaculada de Jesus, vós que sorristes a Teresinha na manhã de sua vida e a cercastes até seu último suspiro de vossa proteção especial, rogai por nós e guardai-nos em vosso Coração materno. Assim seja.

 

7º Dia

Santa Terezinha, que sob os véus de uma vida comum e obscura chegastes à mais íntima união com Deus, a ponto de dizer que "no céu veríeis a Deus sim, mas quanto a estardes com Ele já o estáveis na terra", ah! alcançai-nos a graça de compreender o valor da reta intenção, para que por ela santifiquemos nossas ações ordinárias e atinjamos como vós a mais íntima união com nosso Pai Celeste, ocultando nossa vida com Jesus Cristo em Deus. Assim seja.

Pai nosso...
Ave Maria...
Glória ao Pai... 

 

Oração final para todos os dias

Oh! Angélica Terezinha, que tanto amastes ao próximo até desejardes "passar vosso céu fazendo o bem na terra", ouvi as humildes súplicas que vos dirigimos e fazei cair sobre nós uma "chuva de rosas". Ah! amável Santinha, ensinai-nos a amar o Bom Deus como O amastes, fazendo parte da "legião de pequeninas vítimas dignas do Divino Amor", até que, caídos os véus da fé, possamos gozar "face a face" daquele Deus que vos cumulou de suas mais ternas carícias. Assim seja.

Novena de Santa Terezinha do Menino Jesus - Sexto dia


Oração Inicial para todos os dias

Ó Deus de majestade infinita, que sois o próprio amor, Vós que quisestes ostentar os tesouros inefáveis de vosso amor misericordioso na angélica alma de Santa Terezinha do Menino Jesus, dignai-vos lançar sobre nós um olhar de misericórdia e conceder-nos as graças que pela intercessão de vossa fiel serva vos pedimos.
Ó Maria, Mãe Imaculada de Jesus, vós que sorristes a Teresinha na manhã de sua vida e a cercastes até seu último suspiro de vossa proteção especial, rogai por nós e guardai-nos em vosso Coração materno. Assim seja.

 

6º Dia

Santa Terezinha, flor predileta do jardim do Carmelo, vós que soubestes arrebatar o Coração Divino pela confiança cega em seu amor misericordioso, levando-a a ponto de dizer que, "mesmo que tivésseis sobre a consciência todos os crimes que se possam cometer, nada perderíeis de vossa confiança", porque compreendestes os tesouros do amor e da misericórdia divina, ah! obtendo-nos a graça de, mesmo no meio de nossas maiores misérias, jamais perdermos a confiança em nosso Divino Salvador que deu até a última gota de sangue para nos remir; para que, assim confiando sempre, alcancemos a vida eterna, pois "quem confia no Senhor não será confundido". Assim seja

Pai nosso...
Ave Maria...
Glória ao Pai... 

 

Oração final para todos os dias

Oh! Angélica Terezinha, que tanto amastes ao próximo até desejardes "passar vosso céu fazendo o bem na terra", ouvi as humildes súplicas que vos dirigimos e fazei cair sobre nós uma "chuva de rosas". Ah! amável Santinha, ensinai-nos a amar o Bom Deus como O amastes, fazendo parte da "legião de pequeninas vítimas dignas do Divino Amor", até que, caídos os véus da fé, possamos gozar "face a face" daquele Deus que vos cumulou de suas mais ternas carícias. Assim seja.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Intimidade com Deus

A palavra intimidade vem do latim "intimus" , um super-relativo de "in", que quer dizer "em ou dentro". Mas seu sentido prático nem sempre é fácil de expressar, pois seus significados variam de relacionamento para relacionamento. Ela está ligada aos sentimentos, emoções e ao afeto do ser humano.
A intimidade tem três dimensões:
A dimensão pessoal, que se refere ao ser humano como um ser individual, abrangendo suas história e vivências, sua comunicação e seu estado de humor. É individual por que Deus nos criou de forma única, não somos fabricados em série e de forma genérica, mas fomos pensados e planejados uma única vez, cada um de forma total e individual;
A dimensão relacional, que está relacionada a todas as relações humanas interpessoais, tudo aquilo que é contato, onde são utilizados os sentidos do nosso corpo;
A dimensão universal, que está relacionada aos contextos espacial, temporal e histórico e, por isso não é fixa, mas muito variável, pois as pessoas não estão sempre no mesmo lugar, seja cidade, estado ou país; o tempo passa, não para um só instante, e a história muda a cada passo dado e escolha feita, seja pessoalmente ou universalmente.
Ter intimidade com uma pessoa é estar diretamente envolvido em, pelo menos, uma destas três dimensões, portanto estar em intimidade com Deus é entrega-Lo a nossa vida pessoal, nossos relacionamentos e nossa história. Deixar que Ele veja cada detalhe, não esconder nada, ou seja, precisamos ser nós mesmos na presença do Senhor, pois só assim estaremos intimamente ligados a Ele, assim como O mesmo deseja.

 http://missaoapoiocuritiba.files.wordpress.com/2010/08/intimidade-com-deus.jpg

Ser intimo de Deus é extremamente necessário e bom para o cristão, pois Ele nos quer perto, nos ama, e apaixonadamente deseja nossa presença. O ser humano tem em si um vazio, não físico, mas emocional, que só Aquele que o criou pode preencher. Este vazio precisa ser preenchido, por isso o ser humano está sempre em busca de algo, assim está sempre em busca de Deus, mesmo que não saiba ou nem mesmo acredite na Sua existência. O vazio é tão grande, que as vezes buscamos preenche-lo com outras coisas, criamos nossos próprios "deuses" e idolatramos a nós mesmo ou a outras pessoas. Por isso para evitar a idolatria, devemos estar próximo de Deus, para assim declara-Lo como Senhor e único Deus.
É um desafio para nós estar em intimidade com Jesus, especialmente nos tempos de hoje, onde tudo é corrido, onde todos estão com pressa e ninguém tem tempo para nada. A humanidade tem esquecido de Deus, Ele não é mais tão importante para muita gente, ninguém mais quer saber de rezar. Infelizmente vivemos em um tempo em que o mal é exaltado e o bem é desprezado, por isso a vida de oração é deixada de lado, principalmente nas famílias que mal param juntas, quanto menos rezam juntas. Não se procura mais a presença divina, o homem pensa ter encontrado coisas mais agradáveis que ela, mas se engana, infeliz é aquele que se gloria de suas próprias malícias (Cf. Sl 51, 1).
Porém, aquele que já provou da presença de Deus conhece sua força, aquele que já viveu ou vive na graça sabe que ela é bem maior que qualquer coisa, que não há nada que se compare a sentir a presença de Jesus, que se mostra vivo a nós de forma concreta nas coisas simples ou não. Jesus disse "Eu sou o Caminho a Verdade e a Vida, ninguém vai ao Pai se não por Mim."(Jo 14, 6). Ele é o caminho, mas qual o caminho para Ele? - O caminho para Jesus é a oração sincera que brota do fundo do coração, pois "quando uma pessoa ora, entra em relação viva com Deus"(YOUCAT 469). A oração é uma das três colunas para se viver a intimidade com Deus, mais especificamente a oração pessoal, esta que por sua vez "vive da fidelidade" (YOUCAT 492), ou seja, se alimenta de si mesma, pois é um dom que se obtém praticando. Rezar é se aproximar do Senhor e buscar Sua amizade, aquele que ora se entrega cada vez mais nas mãos de Jesus, ficando mais perto da vontade d'Ele. A carta de São Tiago diz: "Aproximai-vos de Deus, e Ele se aproximará de vós."(Tg 4, 8a)
A segunda coluna para se viver a intimidade com Deus é a vivência frequente dos sacramentos, onde Cristo de revela de forma concreta, comunitária e pessoalmente. Os santos místicos tiveram um contato e um encontro pessoal com Jesus pela mística, mas nós temos esse encontro pelos sacramentos, que trazem para nossa vida a passagem do livro do Apocalipse que diz: "Eis que estou à porta e bato: se alguém ouvir a minha voz e me abrir a porta, entrarei em sua casa e cearemos juntos, eu com ele e ele comigo.” (Apocalipse 3, 20) Os sacramentos são o próprio Cristo que bate delicadamente na porta de nossos corações, resta a nós abrir, para que Ele ceie conosco e nós com Ele, assim estabelecendo uma comunhão intima.
Para ter uma vida de intimidade com Deus é necessário que se viva também em unidade com os irmãos, esta é a terceira coluna. Fomos criados de forma pessoal, e única, um completando o outro, por isso devemos viver juntos, somos criados para viver juntos. A humanidade vive em comunidade desde os primórdios, e o cristianismo veio trazer um novo conceito, uma nova forma de ver e viver a vida comunitária, como vemos no livro dos Atos dos Apóstolos, "a multidão de fiéis era um só coração e uma só alma."(At 4, 32a) Eles eram cheios do Espírito Santo e viviam conforme Seus desígnios instruídos pelos apóstolos, estando assim em profunda intimida com Deus e entre si. Assim, também nós devemos viver em unidade, como a oração da Igreja diz: "fazei de nós um só corpo e um só espírito". Esta coluna (a unidade) depende das outras duas para se manter em pé, tanto da oração pessoal de cada um, quanto da vivência dos sacramentos.
Não só a unidade depende das outras colunas, mas todas dependem uma da outra, elas em si já vivem uma relação de intimidade, assim como a Santíssima Trindade que vive uma relação de intimidade, mas que também nos proporciona intimidade. A Trindade é uma comunidade de amor, comunidade esta que nos quer por seus membros, para nós isto é impossível, mas para Deus tudo é possível. 
Deus nos chama a viver a unidade e também a intimidade com Ele, pela oração, pelos sacramentos e pela vivencia efetiva da unidade fraternal. E acredite, você pode, isto não é algo impossível ou só para pessoas escolhidas, mas para todos os cristãos, e além do mais é da vontade de Senhor, que nos quer cada vez mais perto. Aproximemo-nos de d'Ele então, para que nossa vida tenha sentido.


Referências bibliográficas:
- WIKIPÉDIA.Intimidade. Disponível em:<http://pt.wikipedia.org/wiki/Intimidade>. Acessado em 26 de set. de 2013.
- YOUCAT, Vaticano, 2011.


 

Novena de Santa Terezinha do Menino Jesus - Quinto dia


Oração Inicial para todos os dias

Ó Deus de majestade infinita, que sois o próprio amor, Vós que quisestes ostentar os tesouros inefáveis de vosso amor misericordioso na angélica alma de Santa Terezinha do Menino Jesus, dignai-vos lançar sobre nós um olhar de misericórdia e conceder-nos as graças que pela intercessão de vossa fiel serva vos pedimos.
Ó Maria, Mãe Imaculada de Jesus, vós que sorristes a Teresinha na manhã de sua vida e a cercastes até seu último suspiro de vossa proteção especial, rogai por nós e guardai-nos em vosso Coração materno. Assim seja.


5º Dia

Santa Terezinha, que tão bem realizastes a vida de infância espiritual, descobrindo nela o segredo da santidade, conservando-vos "sempre pequenina, reconhecendo vosso nada e tudo esperando do Bom Deus, como a criancinha tudo espera de seu Pai", alcançai-nos com vossa poderosa intercessão nossa conversão completa a essa encantadora via que o Divino Mestre nos mostra necessária à conquista da Pátria, quando diz: "Eu vos digo, em verdade, se não vos tornardes como criancinhas, não entrareis no reino dos céus". Assim seja.

Pai nosso...
Ave Maria...
Glória ao Pai... 


Oração final para todos os dias

Oh! Angélica Terezinha, que tanto amastes ao próximo até desejardes "passar vosso céu fazendo o bem na terra", ouvi as humildes súplicas que vos dirigimos e fazei cair sobre nós uma "chuva de rosas". Ah! amável Santinha, ensinai-nos a amar o Bom Deus como O amastes, fazendo parte da "legião de pequeninas vítimas dignas do Divino Amor", até que, caídos os véus da fé, possamos gozar "face a face" daquele Deus que vos cumulou de suas mais ternas carícias. Assim seja.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Santo Padre: "É triste ver uma Igreja «privatizada» por pequenos grupos'

Queridos irmãos e irmãs, bom dia,
No “Credo” nós dizemos “Creio na Igreja, una”, professamos, isso é, que a Igreja é única e esta Igreja é em si mesma unidade. Mas se olhamos para a Igreja Católica no mundo descobrimos que essa compreende quase 3000 dioceses espalhadas em todos os Continentes: tantas línguas, tantas culturas! Aqui há tantos bispos de tantas culturas diferentes, de tantos países. Há o bispo de Sri Lanka, o bispo do Sul da África, um bispo da Índia, há tantos aqui… Bispos da América Latina. A Igreja está espalhada em todo o mundo! No entanto, as milhares de comunidades católicas formam uma unidade. Como pode acontecer isto?

 

1. Uma resposta sintética encontramos no Catecismo da Igreja Católica, que afirma: a Igreja Católica espalhada no mundo “tem uma só fé, uma só vida sacramental, uma única sucessão apostólica, uma comum esperança, a própria caridade” (n. 161). É uma bela definição, clara, orienta-nos bem. Unidade na fé, na esperança, na caridade, na unidade nos Sacramentos, no Ministério: são como pilastras que sustentam e têm juntos o único grande edifício da Igreja. Aonde quer que vamos, mesmo na menor paróquia, na esquina mais perdida desta terra, há a única Igreja; nós estamos em casa, estamos em família, estamos entre irmãos e irmãs. E este é um grande dom de Deus! A Igreja é uma só para todos. Não há uma Igreja para os europeus, uma para os africanos, uma para os americanos, uma para os asiáticos, uma para os que vivem na Oceania, não, é a mesma em qualquer lugar. É como em uma família: se pode estar distante, espalhado pelo mundo, mas as ligações profundas que unem todos os membros da família permanecem firmes qualquer que seja a distância. Penso, por exemplo, na experiência da Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro: naquela vasta multidão de jovens na praia de Copacabana, ouvia-se falar tantas línguas, viam-se traços da face muito diversificada deles, encontravam-se culturas diferentes, no entanto havia uma profunda unidade, se formava a única Igreja, estava-se unido e se sentia isso. Perguntemo-nos todos: eu, como católico, sinto esta unidade? Eu como católico vivo esta unidade da Igreja? Ou não me interessa, porque estou fechado no meu pequeno grupo ou em mim mesmo? Sou daqueles que “privatizam” a Igreja pelo próprio grupo, a própria nação, os próprios amigos? É triste encontrar uma Igreja “privatizada” pelo egoísmo e pela falta de fé. É triste! Quando ouço que tantos cristãos no mundo sofrem, sou indiferente ou é como se sofresse um da minha família? Quando penso ou ouço dizer que tantos cristãos são perseguidos e dão mesmo a própria vida pela própria fé, isto toca o meu coração ou não chega até mim? Sou aberto àquele irmão ou àquela irmã da minha família que está dando a vida por Jesus Cristo? Rezamos uns pelos outros? Faço uma pergunta a vocês, mas não respondam em voz alta, somente no coração: quantos de vocês rezam pelos cristãos que são perseguidos? Quantos? Cada um responda no coração. Eu rezo por aquele irmão, por aquela irmã que está em dificuldade, para confessar ou defender a sua fé? É importante olhar para fora do próprio recinto, sentir-se Igreja, única família de Deus!
2. Demos um outro passo e perguntemo-nos: há feridas a esta unidade? Podemos ferir esta unidade? Infelizmente, nós vemos que no caminho da história, mesmo agora, nem sempre vivemos a unidade. Às vezes surgem incompreensões, conflitos, tensões, divisões, que a ferem, e então a Igreja não tem a face que queremos, não manifesta a caridade, aquilo que Deus quer. Somos nós que criamos lacerações! E se olhamos para as divisões que ainda existem entre os cristãos, católicos, ortodoxos, protestantes… sentimos o esforço de tornar plenamente visível esta unidade. Deus nos doa a unidade, mas nós mesmos façamos esforço para vivê-la. É preciso procurar, construir a comunhão, educar-nos à comunhão, a superar incompreensões e divisões, começando pela família, pela realidade eclesial, no diálogo ecumênico também. O nosso mundo precisa de unidade, está em uma época na qual todos temos necessidade de unidade, precisamos de reconciliação, de comunhão e a Igreja é Casa de comunhão. São Paulo dizia aos cristãos de Éfeso: “Exorto-vos, pois – prisioneiro que sou pela causa do Senhor – que leveis uma vida digna da vocação à qual fostes chamados, com toda a humildade e amabilidade, com grandeza de alma, suportando-vos mutuamente com caridade. Sede solícitos em conservar a unidade do Espírito no vínculo da paz” (4, 1-3). Humildade, doçura, magnanimidade, amor para conservar a unidade! Estes, estes são os caminhos, os verdadeiros caminhos da Igreja. Ouçamos uma vez mais. Humildade contra a vaidade, contra a soberba, humildade, doçura, magnanimidade, amor para conservar a unidade. E continuava Paulo: um só corpo, aquele de Cristo que recebemos na Eucaristia; um só Espírito, o Espírito Santo que anima e continuamente recria a Igreja; uma só esperança, a vida eterna; uma só fé, um só Batismo, um só Deus, Pai de todos (cfr vv. 4-6). A riqueza daquilo que nos une! E esta é uma verdadeira riqueza: aquilo que nos une, não aquilo que nos divide. Esta é a riqueza da Igreja! Cada um se pergunte: faço crescer a unidade em família, na paróquia, na comunidade, ou sou um fofoqueiro, uma fofoqueira. Sou motivo de divisão, de desconforto? Mas vocês não sabem o mal que fazem à Igreja, às paróquias, às comunidades, as fofocas! Fazem mal! As fofocas ferem. Um cristão antes de fofocar deve morder a língua! Sim ou não? Morder a língua: isto nos fará bem, para que a língua inche e não possa falar e não possa fofocar.  Tenho a humildade de reconstruir com paciência, com sacrifício, as feridas da comunhão?
3. Enfim, o último passo mais em profundidade. E esta é uma bela pergunta: quem é o motor desta unidade da Igreja? É o Espírito Santo que todos nós recebemos no Batismo e também no Sacramento da Crisma. É o Espírito Santo. A nossa unidade não é primeiramente fruto do nosso consenso, ou da democracia dentro da Igreja, ou do nosso esforço de concordar, mas vem Dele que faz a unidade na diversidade, porque o Espírito Santo é harmonia, sempre faz a harmonia na Igreja. É uma unidade harmônica em tanta diversidade de culturas, de línguas e de pensamentos. É o Espírito Santo o motor. Por isto é importante a oração, que é a alma do nosso compromisso de homens e mulheres de comunhão, de unidade. A oração ao Espírito Santo, para que venha e faça a unidade na Igreja.
Peçamos ao Senhor: Senhor, dai-nos sermos sempre mais unidos, não sermos nunca instrumentos de divisão; faz com que nos empenhemos, como diz uma bela oração franciscana, a levar o amor onde há o ódio, a levar o perdão onde há ofensa, a levar a união onde há a discórdia. Assim seja.
Fonte: Canção Nova/Tradução: Jéssica Marçal

Novena de Santa Terezinha do Menino Jesus - Quarto dia


Oração Inicial para todos os dias

Ó Deus de majestade infinita, que sois o próprio amor, Vós que quisestes ostentar os tesouros inefáveis de vosso amor misericordioso na angélica alma de Santa Terezinha do Menino Jesus, dignai-vos lançar sobre nós um olhar de misericórdia e conceder-nos as graças que pela intercessão de vossa fiel serva vos pedimos.
Ó Maria, Mãe Imaculada de Jesus, vós que sorristes a Teresinha na manhã de sua vida e a cercastes até seu último suspiro de vossa proteção especial, rogai por nós e guardai-nos em vosso Coração materno. Assim seja.

4º Dia

Santa Terezinha, que sob o gracioso símbolo de pequeninas flores soubestes aproveitar todas as ocasiões de sofrimentos, tornando vosso cantar tanto mais melodioso quanto mais longos e pungentes eram os espinhos entre os quais colhíeis as rosas de uma rigorosa e constante mortificação,obtende-nos a graça de amar as cruzes que encontramos em nosso caminho, a fim de nos tornar verdadeiros discípulos daquele que disse: "Quem quiser ser meu discípulo negue-se a se mesmo, tome sua cruz e siga-me". Assim seja.

Pai nosso...
Ave Maria...
Glória ao Pai... 

Oração final para todos os dias

Oh! Angélica Terezinha, que tanto amastes ao próximo até desejardes "passar vosso céu fazendo o bem na terra", ouvi as humildes súplicas que vos dirigimos e fazei cair sobre nós uma "chuva de rosas". Ah! amável Santinha, ensinai-nos a amar o Bom Deus como O amastes, fazendo parte da "legião de pequeninas vítimas dignas do Divino Amor", até que, caídos os véus da fé, possamos gozar "face a face" daquele Deus que vos cumulou de suas mais ternas carícias. Assim seja.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

“O sacramento não é um rito mágico, mas um encontro com Jesus Cristo” Papa Francisco

Jesus Cristo sempre nos espera, esta é a humildade de Deus - o Papa Francisco retirou a sugestão para a sua mediatação na missa desta manhã do Salmo que nos diz: ” Iremos com alegria para a Casa do Senhor”. Mesmo com histórias e momentos marcados pelo pecado o Senhor sempre por nós espera de braços abertos:

“E seja nos momentos maus, seja nos momentos bons, uma coisa sempre é igual: o Senhor está lá, nunca abandona o Seu povo! Porque o Senhor, no dia do pecado, no primeiro pecado, tomou uma decisão, fez uma escolha: fazer História com o Seu Povo. E Deus, que não tem História porque é eterno, quis fazer História, caminhar junto do Seu Povo. Mas mais ainda: fazer-se um de nós, caminhar connosco em Jesus. E isto diz-nos o que é a humildade de Deus”.

A grandeza de Deus é precisamente a humildade. Mesmo quando o seu povo o esquecia e regressava à idolatria, Deus ficava à sua espera. E Jesus veio para caminhar com o seu povo mesmo com os soberbos. E fez tanto para ajudar os corações soberbos dos fariseus:

“Humildade. Deus sempre nos espera. Deus está connosco, Deus caminha connosco, é humilde: espera sempre por nós. Jesus sempre nos espera. Esta é a humildade de Deus. E a Igreja canta com alegria esta humildade de Deus que nos acompanha, como o fizemos no salmo. ‘Iremos com alegria para a casa do Senhor’: vamos com alegria porque Ele nos acompanha, Ele está connosco. É o Senhor Jesus, mesmo na nossa vida pessoal acompanha-nos: com os Sacramentos. O Sacramento não é um rito mágico: é um encontro com Jesus, nós encontramos o Senhor e Ele está junto a nós e nos acompanha.”

“E se o Senhor entrou na nossa história, peçamos-Lhe a graça de que seja Ele a escrever a nossa história.”
Fonte: News.va